FORMAS DE PLANTIO

FORMAÇÃO DE PASTAGENS

Nossas sementes são oriundas de campos inspecionados para obtenção de qualidade superior, garantindo excelente formação de pastagens para produção de mais carne e mais leite.

São vários fatores que influenciam diretamente na formação de pastagem, que vão desde a escolha da cultura certa, aquisição das melhores sementes, cuidados no plantio até aos tratos culturais adequado no pós plantio.

É importante que exista integração entre agricultor, pecuarista com a empresa fornecedora das sementes.

Portanto escolha bem a marca da semente e consulte um engenheiro agrônomo, ele passará as técnicas mais apropriadas para o plantio da espécie plantada.

Adquira sempre sementes de procedência, analisadas e exija o termo de conformidade das sementes ele é a garantia de que as sementes foram produzidas de acordo com as normas e padrões estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

O documento somente é válido com a assinatura do Engenheiro Agrônomo ou Florestal inscrito no CREA e credenciado junto ao MAPA.

TÉCNICAS QUE AUMENTAM A PRODUTIVIDADE E A PROTEÇÃO DO SOLO

 

Na implantação de pastagens objetivando alimentação animal ou cobertura de solo, recomendamos a utilização de sementes de alta pureza, pois estas possuem maior vigor e melhor desempenho no poder de germinação.

Com a utilização de sementes de alta pureza teremos maior número de sementes por grama que irão germinar, resultando na utilização de menor quantidade de quilos para o plantio por hectare, diminuindo o risco de disseminação de pragas e doenças tais como: plantas invasoras, insetos, fungos bactérias e etc.

O Ministério da Agricultura e as empresas que primam pela qualidade fazem gestão para adequarem a legislação visando à elevação dos padrões mínimos exigidos para que os agricultores e pecuaristas brasileiros tenham acesso as sementes de altíssima qualidade.

Além de utilizar sementes de alto padrão é indispensável seguir as recomendações técnicas para cada espécie a ser introduzida.

Na época do plantio é importante ter em mente que são vários fatores que influenciam diretamente no seu sucesso, que vai desde a escolha da cultura correta, aquisição das melhores sementes, cuidados no plantio até aos tratos culturais adequados.

É importante que exista integração entre agricultor/pecuarista e empresa fornecedora das sementes, visando o aprimoramento e utilização das melhores técnicas.

(iLPF) INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA

Estratégia de produção agropecuária sustentável

 

A iLPF aumenta a produção e a viabilidade econômica da atividade agropecuária em uma mesma área da propriedade rural.

Com cultivo consorciado, em sucessão ou rotação, aumenta a produção de todas atividades dos diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais.

A iLPF proporciona inúmeros benefícios, dentre eles a produção de grãos, carne, leite e madeira ao longo de todo o ano.

Aumenta a renda do produtor rural, diminuindo o desmatamento de áreas com florestas nativas e as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera.

A iLPF já é uma realidade, sendo adotada por pequenos, médios e grandes produtores rurais de todo o país.

Com a iLPF será possível duplicar a produção de grãos e de produtos florestais e triplicar a produção pecuária nos próximos 20 anos.

 

A BRACHIARIA RUZIZIENSIS NA INTEGRAÇÃO LAVOURA/PECUÁRIA

 

A Brachiaria Ruziziensis, consorciada com as culturas de soja e milho, tem gerado enormes benefícios para o produtor rural, tais como: aumento da produtividade da cultura principal, cobertura e conservação do solo, aumento de matéria orgânica melhorando a captura de Co2 da atmosfera e equilibrando a liberação de Co2 tanto do consumo humano, quanto dos animais.

Este Benefício ocorre também na reforma das pastagens, proporcionando ainda um aumento significativo na lotação de animais destas áreas. Em virtude do sistema radicular profundo a Brachiaria Ruziziensis busca nas camadas mais profundas do solo, diversos nutrientes, entre eles o potássio, macronutriente extremamente importante para o desenvolvimento das plantas.

RECUPERAÇÃO DE PASTAGENS DEGRADADAS

Fundamental para a sustentabilidade da pecuária bovina brasileira

O Brasil possui a maior área de pastagem do mundo, com aproximadamente 180 milhões de hectares, no entanto 70% encontram-se em estágio de degradação.

A recuperação de áreas degradadas reduz o custo de produção e riscos de invasão de pragas e ervas daninhas na pastagem.

A produtividade média brasileira que atualmente está em torno de 45 quilos de carne equivalente carcaça por hectare, com sistemas recuperados e melhorados, passa para 120 quilos por hectare, no ciclo completo em sistemas de cria-recria e engorda.

A recuperação de pastagens degradadas reduz em 1 ano a idade de abate dos animais, diminuindo as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera.

Um bovino adulto emite aproximadamente 1,5 tonelada de equivalente CO2 por ano. No Brasil são abatidos aproximadamente 40 milhões de cabeças por ano. Se 20 milhões de cabeças desse rebanho for criado em pastos recuperados, estima-se uma redução de 30 milhões de toneladas de equivalente CO2 por ano.

A recuperação de pastagem degradada ajuda a preservar melhor os recursos de solo, água e biodiversidade.